– Influenza A (H1N1); Gripe Suína

Como todos já sabem, uma nova epidemia de gripe surgiu esse ano. A Influenza A tem vários subtipos, porém, a H1N1 se espalhou pelo mundo causando centenas de mortes. Mas ela tem cura se detectada no seu ínicio. Veja mais informações abaixo:


Influenzavirus A

Influenzavirus A é um género da família de vírus Orthomyxoviridae. Influenzavirus A inclui uma única espécie: Influenza A virus que causa influenza em aves e alguns mamíferos.

Os subtipos de Influenzavirus A são designados usando um número H (de hemaglutinina) e um número N (de neuraminidase). Cada subtipo sofre mutações que produzem uma variedade de estirpes com diferentes perfis patogénicos; alguns são patogénicos para apenas uma espécie, alguns patogénicos para várias espécies. A maioria das estirpes conhecidas são estirpes extintas. Por exemplo, o subtipo de gripe anual H3N2 deixou de incluir a estirpe que provocou a gripe de Hong Kong.

Os Influenzavirus A são vírus ARN, segmentados, de cadeia simples e sentido negativo. “Existem 16 antigénios HA diferentes (H1 a H16) e 9 antigénios NA (N1 a N9) para influenza A. Até há pouco tempo, eram reconhecidos 15 tipos, mas foi isolado um novo tipo (H16) em guinchos-comuns capturados na Suécia e Países Baixos em 1999 e publicado na literatura em 2005.”

Alguna subtipos de Influenzavirus A:


Influenza A subtipo H1N1

Em Abril de 2009, um surto de H1N1 matou mais de 100 pessoas no México, e pensava-se existirem mais de 1500 indivíduos infectados em todo o mundo em 26 de Abril de 2009. O Centers for Disease Control and Prevention nos Estados Unidos avisou que era possível que este surto desse origem a uma pandemia. No balanço oficial da OMS divulgado no começo da manhã de 8 de maio de 2009, que não inclui o aumento de casos na América do Norte, Europa e América Latina, o número de contaminados era de 2384, com 42 mortes.

Pandemia de gripe A de 2009

A pandemia de gripe de 2009 é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009, veio a espalhar-se pelo mundo, tendo começado pela América do Norte, atingindo pouco tempo depois a Europa e a Oceania. O vírus foi identificado como Influenza A subtipo H1N1, uma variante nova da gripe suína. Ele contém ADN típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Os sintomas da doença são o aparecimento repentino de febre, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos e fluxo nasal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 25 de Abril que a epidemia é um caso de “emergência na saúde pública internacional”, significando que os países em todo o mundo deverão acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 27 de Abril a mesma organização elevou o nível de alerta pandêmico para 4, o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados. Dois dias depois, no dia 29, OMS eleva para 5 o nível de alerta, o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente. A escala da OMS vai de 1 a 6. No dia 11 de junho o nível de alerta subiu ao máximo (nível 6) e é decretada a pandemia, visto esta existir em mais de 75 países e em vários continentes.

Surgimento

A pandemia se iniciou em La Gloria, distrito de Perote, a 10 km da criação de porcos das granjas Carroll, subsidiária da Smithfield Foods. O paciente zero foi o menino de 4 anos Edgar Hernandez. Provavelmente seu organismo foi plataforma para a alteração do vírus, que se tornou “mais humano”. Em dezembro do ano passado já havia sido constatada uma gripe desconhecida que se espalhava rapidamente.

Segundo estudo publicado pelo The New England Journal of Medicine e pelo jornal inglês The Independent, a pandemia pode ter resultado de um acidente de pesquisa em algum laboratório, no final dos anos 1970. A gripe suína havia desaparecido entre os humanos, depois de uma pandemia de outra linhagem do vírus, em 1957. Depois disso, o H1N1 não foi detectado até janeiro de 1976, quando ocorreu um novo surto. O vírus pode ter sido reintroduzido acidentalmente por cientistas e causou uma pandemia em 1977, iniciada na Rússia e na China. Por isso cientistas de todo o mundo voltaram a estudar o vírus, com amostras congeladas e armazenadas desde os anos 1950. Depois de 1977, a gripe suína reapareceu anualmente. Pesquisadores da Univerdidade de Pittsburgh acreditam que algum dos laboratórios, que possuía a linhagem dos anos 1950, tenha deixado que o vírus acidentalmente escapasse.

Tratamentos

Pesquisas realizadas nos últimos dias têm mostrado que o vírus H1N1 é sensível aos compostos zanamivir (vendido com o nome comercial de Relenza) e oseltamivir (nome comercial: Tamiflu). Tais medicamentos são usados também para combater outras variantes de vírus influenza. Sempre que estiver em período de tratamento, o indivíduo deve lavar bem as mãos, tossir ou espirrar em seu antebraço (pois as mãos são uma forte fonte de contágio), e usar máscaras cirúrgicas para evitar que o contágio se prolifere (as máscaras em sí, não evitarão o contágio, já que as cepas do vírus são menores do que os micro furos na máscara).

Pandemia de gripe A de 2009

por continente

Links:

Ministério da Saúde
Gripe Suína


É, a gripe palmeirense não ta dando trégua… a parada da ficando lok4. Mas ainda virão coisas piores que essas.

By: Eu fiz a pesquisa, link’s nos títulos (como de constume).

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